sábado, 17 de dezembro de 2011

O RETORNO DO FILHO

Indicação de documentário!!

Faz um bom tempo que não publico nada aqui no blog e isto devido a falta de tempo, pois estou me dedicando ao máximo à monografia.
Mas um dia desses assistindo a TV Antares (Canal 2) me deparei com um documentário muito interessante intitulado de O RETORNO DO FILHO de autoria de Douglas Machado. O documentário é uma viagem de regresso a Amarante, feita pelo poeta e historiador Alberto da Costa e Silva que é filho do poeta maior do Piauí Antônio da Costa e Silva (1885 – 1950).
 O documentário tem como ponto de partida o livro “A Invenção do Desenho – Ficções da Memória”, onde o poeta Alberto Da Costa e Silva (Figura 1), embaixador brasileiro em Portugal e países africanos, relata através de pontos de vista diferentes, alguns acontecimentos e personagens da história brasileira da década de quarenta em diante.

               Figura 1 – Fotografia do Poeta e embaixador Alberto da Costa e Silva


                                            Fonte: Cabeça de Cuia (2009)

Na obra, o autor narra também fatos cotidianos, observados por terceiros ou por ele próprio; fatos da infância ou dos locais e países por onde andou ou viveu, lembranças que preenchem a maior parte do livro. Por este motivo alguns biógrafos o classificam como um livro de viagens. Douglas acrescentou que seria como um livro de encontros.

O lado emocional em “A Invenção do Desenho” ocorre principalmente nos trechos em que vem as lembranças de seu pai. Em um deles, Alberto Da Costa e Silva narra a morte de seu pai, em seus braços. Deste ponto o autor se vê diante de seu destino, que devido ao amor pelo pai, passa a ser como uma continuação da vida de Da Costa e Silva.
Talvez por isso, Alberto enveredou pela literatura, ao ponto de o levar à Academia Brasileira de Letras. Restaria a ele o reencontro com o passado do pai, o qual só conhecera principalmente através dos poemas e relatos de Da Costa e Silva. E é esse o mote observado por Douglas Machado: o reencontro do poeta com as origens do pai, que são também suas próprias origens.
De acordo com Douglas Machado, a edição de O RETORNO DO FILHO se afasta de uma postura tradicional, cujas ações determinariam as seqüências a serem gravadas, e comporta-se como um observador da realidade desta viagem. “Um dos pontos em que mais poderemos evidenciar O RETORNO DO FILHO como um documentário direto, inspirado no cinema da observação, encontra-se na própria gravação. O que significa que a câmera está ligada e atenta durante todo o filme. A medida certa do produto final é revelada na costura dos fragmentos do cotidiano desta viagem”, diz o diretor
“Neste olhar, a descoberta do outro, reconstrói a terra do pai. E neste solo paterno, o documentário apresenta um certo espelhamento para com o espectador: a memória e a reconstrução da memória”, conclui.

                                                  Vídeo de Divulgação do documentário "O RETORNO DO FILHO"


domingo, 21 de agosto de 2011

DOCUMENTÁRIO SOBRE O PAGODE DO MIMBÓ



Comunidade Mimbó
Fonte: LIRA FILHO. M. A (2009)




     NA SUBIDA DA LADEIRA é um documentário, resultante do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Carolina Soares Durães, do Curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí - UESPI. Neste documentário é apresentado o PAGODE DO MIMBÓ, que é uma pratica cultural desenvolvida na comunidade. 

     Segundo a autora o documentário NA SUBIDA DA LADEIRA aborda o pagode como uma ferramenta de comunicação da identidade do Povo Mimbó e, ainda, relata a história dessa dança, que é uma herança dos remanescentes quilombolas dessa comunidade. 


   É um documentário muito bom e tem grande importância, tendo em vista a escassez de produções acadêmicas sobre a comunidade. É um bom objeto de estudo, sobretudo para a Geografia Cultural que é o campo da Geografia humana que estuda os produtos e normas culturais e suas variações através dos espaços e dos lugares. 


    Portanto esse documentário tem relevância para a Geografia, pois, foca na análise de como as formas de linguagem, artes, crenças e outros fenômenos culturais variam ou permanecem constantes no lugar. 



Pois bom documentário!!!





PARTE - 1




PARTE - 2


OBRIGADO PELA LEITURA! E NÃO ESQUEÇA DE COMENTAR.


domingo, 19 de junho de 2011

Descentralização Econômica no Sítio Urbano de Amarante - Piauí


CENTRO COMERCIAL DA SEDE DE AMARANTE - PIAUÍ

       
Este texto retirado do website www.amarantenet.com.br, mostra o processo de descentralização dos serviços urbanos no centro comercial, e bem como evidencia o processo de modificação da função social do espaço urbano e a quebra da cristalização urbana da sede do município de Amarante, processo este típico de uma economia capitalista, que como é apresentado pelos gráficos  do IBGE se mostra extremamente dependente das transferências econômicas federais tendo em vista o grande papel do setor de serviços e o baixo rendimento do setor primário e secundário, situação agravada ainda mais pelo fato das despesas representarem quase a totalidade dos rendimentos ganhos, impossibilitando muitas vezes em investimentos que tornem a economia mais dinâmica . 

      O Centro da Cidade de Amarante esta cada vez mas deserto, a foto logo abaixo foi tirada em um dia de sábado pela manha e mostra um centro totalmente fechado, ainda funciona a barbearia do seu Benicio e o Detran, um dos motivos é a falta de investimento no setor empresarial,  a burocracia para abrir e manter uma empresa se torna cada vez mais complicado e oneroso, algumas pessoas preferem atuar no setor informal, um setor que cresce na nossa cidade.


     Os pontos Comerciais como o da lanchonete do Pereirinha, o Armarinho da Dona Isabel  que por muito tempo foi uma referencia,  o ponto do zezim, são os pontos que deveriam estar alugados e  funcionando, para que Amarante fortaleça sua economia,  a idéia é  circular o dinheiro na nossa cidade, o que se ganha, se gasta aqui mesmo,  mas isso que acontece no nosso cento da cidade é uma realidade cada vez mas presente nos municípios piauienses.


     Enquanto isso, no centro novo localizado nos arredores do Mercado público, o investimento esta sendo grande, Mercadinho  Santos é uma prova disso, investiu e cresceu e vai crescer ainda mais. A Refasa confecções  também investiu pesado, construiu seu próprio ponto comercial e suas vendas aumentaram.




    Nossa economia é formada pelo setor empresarial, aposentados, servidores municipais e estaduais e o setor informal, o setor rural também contribui, mas nos dias atuais que cada interior tem a sua própria mini economia, a atividade rural apenas sobrevive nos dias de sábado na nossa feira semanal.

Veja Abaixo o Gráfico feito pelo IBGE sobre a nossa economia:





FONTE: PORTAL AMARANTENET, Disponível em: <http://www.amarantenet.com.br/portal/index.php?pg=noticia&id=116> Acesso: 19 de Junho de 2011. 


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